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Na manjedoura-coração
domingo, dezembro 21, 2008 às 23:42 {8 recados}
Break
quinta-feira, dezembro 11, 2008 às 00:10 {7 recados}
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Não poderei perder tempo com nada que não seja estudo, senão não vai dar certo. Preciso agarrar essa chance agora, pois foi muito difícil chegar até aqui, vencendo essa primeira etapa. Mas tenho certeza que essa pausa não vai ser em vão e em breve voltarei para dar-lhes, se Deus me ajudar, uma boa notícia. Sinto não poder ter estado mais presente de uns tempos pra cá, e agora vai piorar, mas é por uma justíssima causa... E podem me aguardar. Voltarei com as boas novas!A VERDADEIRA HISTÓRIA DO TRÁFICO NO RIO
terça-feira, dezembro 02, 2008 às 12:35 {10 recados}
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Poucos dias atrás saiu nos jornais que o ator galã da GLOBO, Fábio Assunção foi afastado da novela para "tratar de problemas de saúde". Tais problemas todos sabem que são ligados à COCAÍNA, o qual cheira, come com farinha e etc e tal há vários anos. Aliás, todos sabem tb que é na GLOBO, nas festinhas dos diretores de núcleos, dos altos escalões da empresa que estão os maiores consumidores. Muitos sabem e escondem que nessas festinhas se cheira na bandeija. O
que fazem? No final do ano, ou a cada caso mais chamativo fazem PASSEATAS PELA PAZ NO RIO. São todos uns CANALHAS.Quando o delegado HÉLIO LUZ (aquele que foi chefe de POLÍCIA no governo da Benedita) disse que o brilho do pó começava em IPANEMA, muitos dos GLOBAIS (INCLUINDO-SE AÍ os diretores de jornalismo da emissora) fizeram campanha e logo o afastaram do cargo. Ele falava com conhecimento de causa. Quanto tempo faz isso? Poucos lembram. Pois é, essa canalhice não acaba nunca.
O Rio de Janeiro por isso virou essa cidade que vive uma guerra civil que ninguém tem coragem de assumir.
Conclusão: todos hipócritas...
A VERDADEIRA HISTÓRIA DO TRÁFICO NO RIO!
Sylvio Guedes, editor-chefe do Jornal de Brasília, critica o 'cinismo' dos jornalistas, artistas e intelectuais ao defenderem o fim do poder paralelo dos chefes do tráfico de drogas.Guedes desafia a todos que 'tanto se drogaram nas últimas décadas que venham a público assumir: eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro'. Leia o artigo na íntegra: 'Eles ajudaram a destruir o Rio'. É irônico que a classe artística e a categoria dos jornalistas estejam agora na, por assim dizer, vanguarda da atual campanha contra a violência enfrentada pelo Rio de Janeiro. Essa postura é produto do absoluto cinismo de muitas das pessoas e instituições que vemos participando de atos, fazendo declarações e defendendo o fim do poder paralelo dos chefões do tráfico de drogas. Quando a cocaína começou a se infiltrar de fato no Rio de Janeiro, lá pelo fim da década de 70, entrou pela porta da frente. Pela classe média, pelas festinhas de embalo da Zona Sul, pelas danceterias, pelos barzinhos de Ipanema e Leblon. Invadiu e se instalou nas redações de jornais e nas emissoras de TV, sob o silêncio comprometedor de suas chefias e diretorias.. Quanto mais glamuroso o ambiente, quanto mais supostamente intelectualizado o grupo, mais você podia encontrar gente cheirando carreiras e carreiras do pó branco. Em uma espúria relação de cumplicidade, imprensa e classe artística (que tanto se orgulham de serem, ambas, formadoras de opinião) de fato contribuíram enormemente para que o consumo das drogas, em especial da cocaína, se disseminasse no seio da sociedade carioca - e brasileira - por extensão. Achavam o máximo; era, como se costumava dizer, um barato. Festa sem cocaína era festa careta. As pessoas curtiam a comodidade proporcionada pelos fornecedores: entregavam a droga em casa, sem a necessidade de inconvenientes viagens ao decaído mundo dos morros, vizinhos aos edifícios ricos do asfalto. Nem é preciso detalhar como essa simples relação econômica de mercado terminou. Onde há demanda, deve haver a necessária oferta. E assim, com tanta gente endinheirada disposta a cheirar ou injetar sua dose diária de cocaína, os pés-de-chinelo das favelas viraram barões das drogas. Há farta literatura mostrando como as conexões dos meliantes rastacuera, que só fumavam um baseado aqui e acolá, se tornaram senhores de um império, tomaram de assalto a mais linda cidade do país e agora cortam cabeças de quem ousa-lhes cruzar o caminho e as exibem em bandejas, certos da impunidade. Qualquer mentecapto sabe que não pode persistir um sistema jurídico em que é proibida e reprimida a produção e venda da droga, porém seu consumo é digamos assim, tolerado. Que a mídia, os artistas e os intelectuais que tanto se drogaram nas três últimas décadas venham a público assumir: 'Eu ajudei a destruir o Rio de Janeiro.' Façam um adesivo e preguem no vidro de seus Audis, BMWs e Mercedes.'
Empty Memories
sábado, novembro 29, 2008 às 20:37 {7 recados}
Hoje, por exemplo, nada parece estar bom, nada inspira, nada se renova, nada parece sorrir pra mim. Dias assim são tão estranhos, tão negros, tão pesados... Mas sei que vai passar. Talvez amanhã, mesmo com chuva, o dia possa parecer mais bonito pra mim, mais radiante, mais alegre.
Mas por enquanto não dá. Tudo está escuro, embaçado, denso, pesado.
Parece que até o ar sufoca.
“Empty Memories” – After Forever
“Memórias Vazias”
Aqui, aqui neste coração
É frio, frio como pedra
Preciso saudar estas memórias
Tão rasas como meus olhos lentamente se tornaram
Assustados
Coração frágil deixado em pedaços
Inerte e entorpecido
Por esta amarga agonia
Aqui estão estas memórias
Tão vazias como a minha vida lentamente se tornou
Ferir, esmagar e corroer em minha alma, meu coração sangra
Tempos mudaram para sempre naquela noite
Deixando apenas memórias vazias
Memórias vazias não irão curar a dor
Nós conhecemos apenas sofrimento
Não há futuro no amanhã
Todas nossas esperanças foram enterradas muito novas
Pelos anos que deveriam ter seguindo
Nós conhecemos apenas ódio
Não há futuro em nossa angústia
Por nossas esperanças terem sido enterradas com vida
E a retaliação será nossa
Isto é vazio
Nós somos vazios
Elas são memórias vazias
Aqui, aqui neste coração
É frio como pedra
Por não haver sentimentos para aquecer
Isto é vazio como nossos sonhos e esperanças
Agora nosso futuro está morto
Isto fere e corrói em minha alma, meu coração sangra
Tempos mudaram para sempre aquela noite
Deixando apenas memórias vazias
Tempo uma vez mudou para sempre naquela noite
Deixando-me...
Não, não, não
Com memórias vazias
Memórias vazias
Memórias vazias...
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Ditos populares - Curiosidades
quarta-feira, novembro 26, 2008 às 10:32 {9 recados}
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E a gente pensa que repete corretamente os ' ditos populares'...
Dicas do Profº Pasquale:
No popular se diz:
'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro'.
Correto: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro'.
Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.'
Enquanto o correto é: ' Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.'
'Cor de burro quando foge.'
O correto é: 'Corro de burro quando foge!'
Outro que no popular todo mundo erra: 'Quem tem boca vai a Roma.'
O correto é: 'Quem tem boca vaia Roma'. (isso mesmo, do verbo vaiar)
Outro que todo mundo diz errado:
'Cuspido e escarrado' - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.
O correto é: 'Esculpido em Carrara.' (Carrara é um tipo de mármore)
Mais um famoso... 'Quem não tem cão, caça com gato.'
O correto é: 'Quem não tem cão, caça como gato... ou seja, sozinho!'
Eu, pelo menos, não falava corretamente nenhum!
Nossa língua portuguesa é mesmo cheia de surpresas...
Por falar em língua portuguesa, fico tão chateada quando vejo tantos brasileiros escreverem tão errado... Até mesmo os professores de hoje não escrevem tão bem. Conheço vários que escrevem e falam muito mal. Isso me causa muita vergonha. Já cansei de ver outdoors com erros de português gravíssimos, justo um outdoor, que é uma coisa vista por tantas pessoas! Por incrível que pareça, já vi até mesmo livros com erros de português. Dá pra acreditar?...
Eu tenho uma coisa quase íntima com a língua portuguesa. Tento sempre escrever da melhor forma possível, me corrigindo sempre e relendo várias vezes o que escrevi, pra não passar nenhum erro despercebido. Claro que, como não sou nenhuma expert no assunto, acaba passando alguma coisa, mas me policio muito com os conhecimentos que possuo. E valorizo muito um bom português. Acho que não fazemos mais que nossa obrigação falarmos e escrevermos bem a única língua falada no Brasil. É ou não é?
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As músicas da minha vida...
segunda-feira, novembro 24, 2008 às 09:47 {4 recados}
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A música na minha vida é uma coisa tão presente, tão grudada em mim, tão parte de mim que não sei como seria viver sem ela. Não sei se isso é comum acontecer, mas eu pelo menos sempre tenho uma música tocando em minha mente, sempre.
Às vezes a mesma música toca dia e noite, sem parar. Outras vezes ela toca uma vez só, rapidinho, aí demooooora a tocar de novo. Mas sempre toca algo, algo de que eu gosto de ouvir/sentir. A riqueza de detalhes nessas músicas que tocam por dentro de mim é imensa, é quase como ouvi-la fisicamente.
E para melhorar, há uns meses atrás adquiri um MP3. Meu namorado costuma dizer que esse inofensivo aparelhinho aliena as pessoas. Será? Talvez... Só sei que não vivo mais sem ele. Levo-o a todo lugar e ouço-o sempre que as condições me permitem: no ônibus, a pé, no shopping, no provador de alguma loja (difícil trocar de roupa com um fone de ouvidos, mas a gente dá um jeitinho...), atravessando o centro da cidade pra chegar na faculdade (nem penso em assaltos numa hora dessas...). Pode ser que eu esteja mesmo alienada. Mas acho que eu já era antes de ter o MP3, pois as músicas não param mesmo, com ou sem ele...
Bom, mas estou escrevendo essas coisas porque a Camila, do Meu Conto de Fadas Particular, me pediu que respondesse a um Meme sobre a trilha sonora da minha vida. Acho que ela adivinhou que música é a minha maior paixão... Então, sem mais delongas, lá vai a listinha (18 músicas é mesmo uma coisinha muito pequena quando a trilha sonora de sua vida não tem fim...). Ah, não estão em ordem de preferência... Adoro todas!
1. Ode to My Family - The Cranberries
2. The Cientist - Coldplay
3. Mother - Pink Floyd
3. Minha Herança: Uma Flor - Vanessa da Mata
4. Comes a Time - Neil Young
5. Darkstar - Crosby, Stills e Nash
6. Esquadros - Adriana Calcanhoto
7. Cordell - The Cranberries
8. A Montanha Mágica - Legião Urbana
9. The Mummer's Dance - Loreena McKennitt
10. Empty Memories - After Forever
11. Solitary Ground - Epica
12. The Reign - Tarja Turunen
13. Over The Hills And Far Away - Nightwish
14. Cocoon - Jack Johnson
15. If You Makes You Happy - Sheryl Crow
16. The Zoo - Scorpions
17. Here With Me - Dido
18. Apple Of My Eye - Dolores O'Riordan
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Olha, foi difícil enumerar essas músicas quando se tem tantas músicas preferidas na cabeça... Mas acho que fiz uma boa seleção. Quem quiser responder a esse Meme, fique à vontade. Só me avisem, que é pra eu dar uma espiada!Obrigada, Camilinha, pela oportunidade de me mostrar assim, tão musicalmente! rs
Uma ótima semana a todos!
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Nas ruas...
sexta-feira, novembro 21, 2008 às 09:57 {7 recados}
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'Amor de verdade"
segunda-feira, novembro 17, 2008 às 16:38 {4 recados}
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"Amor de verdade entre duas pessoas não se resume somente na companhia física. Amor de verdade é uma junção de duas almas, de dois corações. É uma só vontade, uma só sintonia. É cumplicidade, afinidade, é enxergar nas entrelinhas, é quase telepatia. É querer bem ao outro e a si próprio, pelo bem de ambos, pelo bem do sentimento que há em comum. É compreensão, é comunhão. É sentir o outro em tudo; é poder sentir-se no outro".
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Obrigada!
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Gostaria imensamente de dizer que senti muita força e muito carinho nos comentários de todos vocês que torceram pelo meu bom desempenho no seminário de pesquisa e extensão, em que apresentei meu projeto de pesquisa na semana passada. Obrigada pelas palavras amigas e pela sensação que me proporcionaram de que realmente estavam torcendo por mim! Correu tudo super bem, graças a Deus, e pude perceber que o tema do meu projeto de pesquisa despertou bastante interesse por parte de todos os presentes. O projeto diz respeito à escrita das mulheres do presídio feminino de Belo Horizonte como possibilidade de reinserção social. O tema realmente é um tema diferente. Trata-se de um assunto pouco falado e que merece uma pesquisa profunda e densa. Tendo como ponto de partida as cartas e bilhetes produzidos pelas detentas, buscaremos (eu e minha professora orientadora) o percurso e o caminho, detectando em cada um as perspectivas ali apresentadas e as relações que buscam estabelecer com o mundo extramuro. A cada discurso, buscaremos compreender quais os outros atores que estão presentes nas histórias ali contadas. Ao final do projeto, pretendemos saber quem são as mulheres do presídio feminino de Belo Horizonte, qual sua relação com a escrita e como esta pode proporcionar possibilidades de sua inserção social. Os efeitos advindos desse projeto se apresentam na possibilidade de entender este universo, buscando contribuir para programas e políticas sociais voltadas para mulheres e ainda contribuir para discussões acerca desse universo feminino e como a escrita se insere neste contexto. É um trabalho e tanto! Mas mergulhei de cabeça nesse projeto e espero que renda bons frutos.
Voltei!
domingo, novembro 16, 2008 às 12:23 {7 recados}
Olá!!!
Estou de volta, cheia de perspectivas e experiências novas. O seminário foi ótimo e certamente voltei diferente de lá. Foi uma grande oportunidade de conhecer outras áreas de pesquisa e de me aprimorar também.
Hoje meu tempo está um tanto cronometrado, mas amanhã voltarei com uma postagem nova e corresponderei às visitas desse período em que estive ausente...

