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O essencial é invisível aos olhos...
segunda-feira, novembro 03, 2008 às 18:41 {9 recados}
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Uma nova interpretação de Camões e uma crítica à educação brasileira
quinta-feira, outubro 30, 2008 às 12:00 {18 recados}
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Recebi um e-mail com uma redação de vestibular e achei que devia compartilhar com vocês. Tem muito aluno vestibulando inteligente e criativo! A autora da redação tem apenas 16 anos, e veja só o que ela escreveu...
O Vestibular da Universidade da Bahia cobrou dos candidatos a interpretação do seguinte trecho de poema de Camões:
'Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer '.
Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretação:
'Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!'
A vestibulanda ganhou nota DEZ pela originalidade, pela estruturação dos versos, das rimas insinuantes e, também, foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era apenas falta de mulher.
Respeito pela diversidade cultural
terça-feira, outubro 28, 2008 às 09:53 {8 recados}
Apenas quero ser feliz!
quinta-feira, outubro 23, 2008 às 10:07 {6 recados}

Sempre tive a sensação de que não sou desse mundo, desse planeta, desse lugar tão cheio de coisas e ao mesmo tempo tão vazio de sentimentos. Ando pelas ruas e vejo pessoas apressadas, outras nem tanto, carros buzinando, gente xingando, outras conversando alto, outras caladas, outras mascando chicletes, outras alienadas ouvindo seu MP3. Tudo isso junto cria um ambiente tão estranho, tão confuso, que chega a ser agressivo. As pessoas passam umas pelas outras e nada acontece, nem um olhar amistoso. Deficientes ou idosos atravessam as ruas com medo, inseguras, sem ninguém pra ajudar. Pessoas caídas nas ruas e ninguém se importa se estão doentes, se precisam de ajuda, se precisam de um médico.
Bom, acho que estou querendo demais. As pessoas hoje estão muito ocupadas e sem tempo (ou coragem) de fazer algo pelo outro. Cada um, no seu individualismo, tem sua própria vida pra viver, que já é uma grande tarefa. Mas será que estamos realmente VIVENDO? Ou será que só EXISTIMOS?
Me sinto mal com tudo isso. Confesso que não sou um exemplo de cidadã. Poderia fazer muito mais pela sociedade, pelos necessitados, pelos que precisam de um apoio. Mas quero mudar isso. Quero doar mais de mim. Creio que a felicidade está dentro de nós, em nossas atitudes, em nosso modo de encarar a vida, em viver, e não apenas existir. E quero buscar essa felicidade, pois a vida passa muito depressa pra passarmos por ela despercebidos.
Esse mundo é mesmo muito estranho. É como se eu realmente estivesse aqui só de passagem, pois não me sinto "em casa". O mundo não pode ser só isso! Mas também sinto que, através dessa "experiência terrena", alcançarei (alcançaremos) um patamar mais elevado, mais sublime, com mais vida, mais amor, mais paz, mais fraternidade e menos guerras, menos egoísmo, menos individualismo, menos desamor. Sinto que é assim que evoluiremos, por isso a prova é tão difícil. A vida é mais um estado de espírito.
Por isso, quero fazer a diferença! E quero ser feliz!
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Arte ou insanidade???
terça-feira, outubro 21, 2008 às 12:56 Marcadores: { artista, ates, cão, crueldade, ensino fundamental, exposição, fome, Habacuc, louco, monstro, morte, pedagogia, pesquisa, power point, rottweiler, sede, trabalho } {2 recados}
América Latina
Sexta, 19 de outubro de 2007, 17h19
Segundo o site do jornal costa-riquenho La Nación, defensores dos direitos dos animais na Costa Rica ficaram sabendo de sua obra por meio de um blog e o acusam de crueldade.
Como parte da exposição, os visitantes podiam ver um cachorro fraco, doente, amarrado a uma corda em um canto de uma sala. O animal foi capturado em um bairro pobre de Manágua.
O cachorro morreu um dia depois da inauguração da exposição, segundo afirmou Leonor González, editora do suplemento cultural de La Prensa.
O artista disse que sua obra foi uma homenagem a Natividad Canda, nicaragüense que morreu após ser atacado por um cão rottweiler em uma oficina em Cartago. "Me reservo o direito de decidir se é certo ou não que o cachorro morra. O importante para mim é a hipocrisia das pessoas: um animal assim se converte em foco de atenção quando o coloco em um lugar onde as pessoas vão ver arte, mas não quando está envolvido na morte de um homem, como aconteceu com Natividad Canda", afirmou.
Vários defensores dos animais repudiaram o trabalho de Habacuc e o desclassificaram como obra de arte, sugerindo que o artista seja excluído da Bienal Centroamericana Honduras 2008, em que ele deve ser um dos seis representantes do país.
Natal 2008 diferente
sábado, outubro 18, 2008 às 19:50 Marcadores: { alegria, correios., crianças pobres, Natal, presente } {5 recados}

Quando penso em Natal, sempre me recordo da época em que eu era criança, dos Natáis cheios de presentes, da ceia na casa da avó, da confraternização da família, daquele clima gostoso e festivo. Nessa época, eu nem entendia direito o que o Natal significa e nem me preocupava muito com isso. Pra mim, o melhor de tudo era ganhar meus presentinhos e aproveitar aquele clima gostoso da noite do dia 24 para o dia 25, brincando com meus novos brinquedos, com os das minhas irmãs, do meu irmão, dos meus primos, lá na casa da vó. Isso pra mim era o paraíso, principalmente se eu ganhasse uma Barbie. Nossa, eu até morria por uma Barbie, era totalmente alucinada por essa boneca (confesso que até hoje sou fã dela. Tenho várias!... Não riam de mim!!!). E a noite seguia assim, brincando, comendo do bom e do melhor (minhas tias e minha avó são/eram exímias cozinheiras), e me divertindo muito, atéééé cansar e ir dormir.
Bom, minha intenção, com este post, não é relembrar os velhos tempos (embora seja muito bom!...), mas sim olhar o Natal de um ângulo diferente. Recebi um e-mail dizendo que o Natal 2008 pode ser muito diferente daqueles que estamos acostumados a passar. Geralmente, pensamos em presentear nossa família, amigos, namorado(a), colegas de trabalho, chefe e até nosso cachorro, mas raramente nos lembramos daqueles que não têm nem o que ceiar na noite de Natal. É verdade. Mas não temos, muitas vezes, condições de sair distribuindo presentes ou comida para os que necessitam. Mas no e-mail que recebi, a sugestão é que passemos em uma agência dos Correios, onde milhões de crianças pobres deixam suas cartinhas para o Papai Noel, peguemos uma carta (ao menos uma) e tentemos fazer um Natal mais feliz para uma criança. Há a informação de que tem pedidos inacreditáveis. Tem criança pedindo um panetone, uma blusa de frio para a avó... Achei essa idéia fantástica! É só pegar a carta e entregar o presente até o dia 20 de dezembro em alguma agência dos Correios. Os próprios Correios se encarregam de fazer a entrega.
“Na vida, a gente passa por 3 fases: - a primeira, quando acreditamos no Papai Noel; - a segunda, quando deixamos de acreditar e - a terceira, quando nos tornamos Papai Noel!!!”
E você, o que acha da idéia?
Mudanças...
sexta-feira, outubro 17, 2008 às 14:51 Marcadores: { comentários, mudanças, selo, sexta-feira } {2 recados}
Bom, chega de mesmice. Mudei um pouquinho a aparência do blog. Não ficou 100%, pois não sei nada de HTML, mas já deu uma diferença... Aos poucos vou modificando, até ficar bem a minha cara.

E tenho uma ótima notícia:

O CRIME É EXATAMENTE O MESMO...
MOVIMENTO NACIONAL EM DEFESA DA VIDA - BRASIL SEM ABORTO
correm o risco de caírem na monotonia. Se pensam igual ao outro, agem igual, gostam das mesmas coisas, têm os mesmos costumes, frequentam os mesmos lugares, talvez vá pra frente. Mas correm o grande e quase inevitável risco de perderem o encanto rapidinho. Cadê o mistério e a valiosa experiência de se descobrir o outro? Cadê as trocas? Onde está a supresa de se conhecer o outro a cada dia? Onde estão as inovações? Tudo bem que ter alguém que tenha os mesmos gostos que você é super legal, mas isso pede um esforço muito maior na criatividade pra não cair na rotina. Da mesma forma que essa "igualdade" exagerada não é legal, os extremamente opostos também
devem enfrentar muitas dificuldades pra que tudo corra direitinho. É preciso respeitar o outro, suas opiniões, seus gostos, a forma de pensar, de agir. É preciso saber ceder, quando necessário. E é preciso muita compreensão. E paciência. Como hoje em dia as pessoas não são nem tão compreensivas e nem tão pacientes, concluo que grandes e extremas diferenças podem contribuir pra um relacionamento não durar muito.
Mas aqueles que não são nem tão iguais e nem tão diferentes, esses sim têm grandes chances de ter um relacionamento super duradouro e feliz. É preciso harmonia, afinidade, sintonia, respeito, compreensão, além do amor, é claro... Aí tem de tudo pra dar certo!
Hoje completo mais um mês de namoro (que já dura 2 anos e cinco meses!...), e vejo que algumas tantas diferenças e as outras muitas afinidades são o segredo pra tudo estar indo assim, de vento em popa!
Parabéns pra nós!
E viva as diferenças!!!
Harmonia
quinta-feira, outubro 09, 2008 às 23:23 {4 recados}
Se não houver isso já no início, depois a coisa fica meio descontrolada.Pois é. Hoje estive pela primeira na casa de uma amiga que se casou há um mês, mais ou menos. O marido dela estava trabalhando. Conversa vai, conversa vem, e ela acabou soltando que eles estavam brigados. Pensei comigo: "Já???". É que ela falou uma determinada coisa com a irmã dele, que falou pra mãe dele de uma forma totalmente distorcida (não sei se foi com má intenção ou se a sogra entendeu errado). Ou seja, ela falou uma coisa errada, na hora errada, com a pessoa errada e que envolveu a família dele e ele ficou sabendo, pela boca da mãe dele e pior, de forma totalmente distorcida. Ele simplesmente não fala com ela desde ontem à tarde por causa disso. Ela tentou conversar, tentando entender o porquê desse "gelo" da parte dele, mas em vão. Ele nem fala com ela. Ela teve que deduzir o que era e sondar na família dele o que tinha acontecido, daí ficou sabendo da informação distorcida. Coitada, tá arrasada. E ele não quer nem papo. Difícil, hein? Mal começaram e já estão assim?
Quando se pensa em casamento (exceto alguns descrentes), se pensa em harmonia, companheirismo, compreensão, cumplicidade. Agora vejo com meus próprios olhos que a coisa não é bem assim. Não que eu desacredite no casamento, mas acho que não existe nada pronto. Temos que construir um alicerce muito forte pra aguentar as intempéries do dia-a-dia, fortalecendo a relação cada vez mais. A partir do momento em que uma pessoa se casa, é preciso ter em mente que agora ela tem uma vida com uma pessoa ao seu lado, então tudo deve ser pensado pra dois, feito pra dois e que seja bom pros dois. Devemos nos calar na hora certa, como também saber ouvir. É difícil, mas faz parte da opção que a pessoa fez ao se casar. E é bom que seja assim. O casamento pode ser uma coisa maravilhosa na vida de uma pessoa, mas também pode ser um desastre. Maus entendidos podem acontecer sempre, mas é preciso maturidade pra saber lidar com isso e dar a volta por cima, pra preservar o casamento. E quando o assunto é amor, vale a pena se dedicar o máximo pela pessoa que se ama, para a preservação e crescimento desse sentimento tão especial e indipensável nas nossas vidas.
Ao completar cinquenta anos de matrimônio, o casal foi entrevistado por um repórter que desejava saber o segredo de uma união tão duradoura.

