O essencial é invisível aos olhos...

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É incrível como um livro com uma história tão 'infantil', tão inocente e tão singela pode tocar tanto no coração de quem o lê e trazer tantos ensinamentos importantes para a vida como no livro 'O Pequeno Príncipe'.

Li esse livro quando estava ainda na oitava série (mais ou menos com uns 14 anos) e a lição me serviu pra vida inteira. Quem nunca ouviu ou leu a frase: 'Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas' ou 'Só se vê bem com o coração; o essencial é invisível aos olhos' ?

O próprio Pequeno Príncipe que o diga! Como ele aprendeu lições de vida maravilhosas...

Pois pra quem ainda não teve a oportunidade de ler esse livro que considero tão especial, não tem mais desculpa. Abaixo, deixei um link pra quem quiser ler o livro sem precisar comprá-lo (apesar de que o livro mesmo, de papel e tudo, tem seu lugar...):


Com certeza, a leitura não passará sem deixar algo de especial em sua vida.

Boa leitura a todos! Vou ler de novo também...

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Uma nova interpretação de Camões e uma crítica à educação brasileira

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Recebi um e-mail com uma redação de vestibular e achei que devia compartilhar com vocês. Tem muito aluno vestibulando inteligente e criativo! A autora da redação tem apenas 16 anos, e veja só o que ela escreveu...

O Vestibular da Universidade da Bahia cobrou dos candidatos a interpretação do seguinte trecho de poema de Camões:


'Amor é fogo que arde sem se ver,

é ferida que dói e não se sente,

é um contentamento descontente,

dor que desatina sem doer '.


Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretação:


'Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia,

tomavas uns antipiréticos,

uns quantos analgésicos

e Prozac para a depressão.

Compravas um computador,

consultavas a Internet

e descobririas que essas dores que sentias,

esses calores que te abrasavam,

essas mudanças de humor repentinas,

esses desatinos sem nexo,

não eram feridas de amor,

mas somente falta de sexo!'

A vestibulanda ganhou nota DEZ pela originalidade, pela estruturação dos versos, das rimas insinuantes e, também, foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era apenas falta de mulher.

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Imagina se a maioria dos adolescentes e jovens brasileiros tivessem um nível cultural assim, um bom português, um vocabulário diversificado, uma boa articulação das palavras, senso crítico e criatividade? Se assim fosse, certamente o Brasil seria um país muito diferente. Ou seja, mais uma vez fica claro que um dos maiores problemas do nosso país é o baixo nível da educação... É uma pena. Dessa forma, vários talentos estão passando despercebidos. Gente com verdadeiro potencial às vezes não chegam a concluir o segundo grau ou não conseguem chegar a uma universidade por falta de oportunidade ou recursos. Enquanto a educação ficar lá no final da lista das prioridades do país, muita coisa boa pode deixar de acontecer. Infelizmente...

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Respeito pela diversidade cultural

Aqui em BH está fazendo tanto calor que o dia acaba ficando mais lento, mais desgastante, mais cansativo. A vontade que dá é de estar numa praia, num clube, num hotel fazenda, cachoeira... É muito desanimador saber que, mesmo com todo esse calor, temos que continuar vivendo nossa rotina de cada dia exatamente como sempre, ou seja, sem nenhum desses privilégios.

Ontem apresentei um trabalho na faculdade, mas foi extremamente difícil apresentá-lo nessas condições de calor excessivo (e olha que foi à noite!...). Falando nesse trabalho, o tema dele foi "Antropologia Cultural". Foi muito legal, pois eu e as outras meninas do meu grupo levamos objetos de outros países que cada uma tinha em casa. Por fim, tínhamos: instrumento musical africano, adornos indianos, perfume francês, pomadas medicinais chinesas, cinto árabe, colar e apito indígenas, moedas de vários países, hashi japonês e vários outros objetos que criaram uma atmosfera bem diversificada. Foi legal também o resultado, já que vimos no semblante das pessoas um ar de satisfação. Fiz uma apresentação no power point que, modéstia à parte, ficou bonita demais, só com imagens das culturas de vários países, desde as épocas mais primitivas até os dias de hoje, com uma música de fundo que envolveu todos ali.
Bom, mas o mais importante de tudo isso é que trabalhamos muito em cima da diversidade cultural. O próprio Brasil é um país de várias diferenças culturais. Precisamos ter em mente que cada cultura traz algo de novo e de especial, e que deve haver sempre respeito pela cultura do outro. Etnocentrismo pode ser definido como o ato de uma pessoa ou um grupo social se colocar acima de outro culturalmente, é colocar sua cultura como superior às demais. E isso pode causar até mesmo guerras, pois a pessoa etnocêntrica toma a própria cultura como centro exclusivo de tudo. Infelizmente, temos exemplos mundiais disso.

Mas o que eu queria com esse post? Muito simples. Queria dar um toque em todos aqueles que agem ou pensam de forma etnocêntrica. Todos somos diferentes mesmo, mas não cabe a nós apontar o dedo e dizer que o outro é pior do que nós. De todas as culturas tiramos algo de proveitoso e aprendemos muito com elas. É possível viver em paz e harmonia com as mais diversas culturas. É preciso o respeito.

Pensemos nisso!

Apenas quero ser feliz!

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Bom, mudei o layout de novo e agora acho que não vou mexer mais. Gostei desse jeito. E o título, "Apenas quero ser feliz" veio bem a calhar para o post de hoje, que começa agora:


Sempre tive a sensação de que não sou desse mundo, desse planeta, desse lugar tão cheio de coisas e ao mesmo tempo tão vazio de sentimentos. Ando pelas ruas e vejo pessoas apressadas, outras nem tanto, carros buzinando, gente xingando, outras conversando alto, outras caladas, outras mascando chicletes, outras alienadas ouvindo seu MP3. Tudo isso junto cria um ambiente tão estranho, tão confuso, que chega a ser agressivo. As pessoas passam umas pelas outras e nada acontece, nem um olhar amistoso. Deficientes ou idosos atravessam as ruas com medo, inseguras, sem ninguém pra ajudar. Pessoas caídas nas ruas e ninguém se importa se estão doentes, se precisam de ajuda, se precisam de um médico.

Bom, acho que estou querendo demais. As pessoas hoje estão muito ocupadas e sem tempo (ou coragem) de fazer algo pelo outro. Cada um, no seu individualismo, tem sua própria vida pra viver, que já é uma grande tarefa. Mas será que estamos realmente VIVENDO? Ou será que só EXISTIMOS?

Me sinto mal com tudo isso. Confesso que não sou um exemplo de cidadã. Poderia fazer muito mais pela sociedade, pelos necessitados, pelos que precisam de um apoio. Mas quero mudar isso. Quero doar mais de mim. Creio que a felicidade está dentro de nós, em nossas atitudes, em nosso modo de encarar a vida, em viver, e não apenas existir. E quero buscar essa felicidade, pois a vida passa muito depressa pra passarmos por ela despercebidos.

Esse mundo é mesmo muito estranho. É como se eu realmente estivesse aqui só de passagem, pois não me sinto "em casa". O mundo não pode ser só isso! Mas também sinto que, através dessa "experiência terrena", alcançarei (alcançaremos) um patamar mais elevado, mais sublime, com mais vida, mais amor, mais paz, mais fraternidade e menos guerras, menos egoísmo, menos individualismo, menos desamor. Sinto que é assim que evoluiremos, por isso a prova é tão difícil. A vida é mais um estado de espírito.


Por isso, quero fazer a diferença! E quero ser feliz!

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Arte ou insanidade???

Estava preparando uma apresentação de Power Point para um trabalho sobre a disciplina de Artes no ensino fundamental (faço pedagogia) e fui à procura de imagens no google para enriquecer meu trabalho (que, modéstia à parte, está ficando ótimo!). Encontrei uma imagem em um blog que me chamou a atenção. A imagem era de um cão magrinho sendo observado por um casal. Pensei comigo: "O que isso tem a ver com arte?". E abri a página correspondente à imagem. Já estava pressentindo o que era, pois há um tempo atrás tinha ouvido falar de um cara, que se diz artista, que colocou em uma exposição um cachorro que estava pele e osso e o deixou lá para as pessoas verem. Realmente, era disso que se tratava a imagem. O cara, completamente insano (no meu modo de ver), deixou o cachorro lá, como parte de sua exposição, simplesmente sem água nem comida, e o deixou lá até morrer. Eu estou completamente revoltada com isso! Onde já se viu uma coisa dessas? Como esse louco conseguiu ver arte nisso? Isso é crime! Investiguei na internet sobre o assunto e vejam só a repercussão:


América Latina
Sexta, 19 de outubro de 2007, 17h19

Artista é criticado após morte de cão em exposição

O artista costa-riquenho Guillermo Vargas, mais conhecido como Habacuc, está sendo alvo de polêmica e recebendo críticas após a morte de um cachorro dentro de uma instalação de sua autoria. A "Exposição nº 1" foi realizada em agosto passado em Manágua, na Nicarágua.
Segundo o site do jornal costa-riquenho La Nación, defensores dos direitos dos animais na Costa Rica ficaram sabendo de sua obra por meio de um blog e o acusam de crueldade.
Como parte da exposição, os visitantes podiam ver um cachorro fraco, doente, amarrado a uma corda em um canto de uma sala. O animal foi capturado em um bairro pobre de Manágua.
O cachorro morreu um dia depois da inauguração da exposição, segundo afirmou Leonor González, editora do suplemento cultural de La Prensa.
O artista disse que sua obra foi uma homenagem a Natividad Canda, nicaragüense que morreu após ser atacado por um cão rottweiler em uma oficina em Cartago. "Me reservo o direito de decidir se é certo ou não que o cachorro morra. O importante para mim é a hipocrisia das pessoas: um animal assim se converte em foco de atenção quando o coloco em um lugar onde as pessoas vão ver arte, mas não quando está envolvido na morte de um homem, como aconteceu com Natividad Canda", afirmou.
Vários defensores dos animais repudiaram o trabalho de Habacuc e o desclassificaram como obra de arte, sugerindo que o artista seja excluído da Bienal Centroamericana Honduras 2008, em que ele deve ser um dos seis representantes do país.




Agora veja a crueldade desse homem na atitude dele. O pobre cão não tinha nada a ver com a história do cara que morreu após ser atacado por um Rottweiler. E ele ainda se vê no direito de decidir se o cão deveria ou não morrer. Que absurdo! Ele não é um animal, pois os animais agem por instinto e pela sobrevivência. Ele é um monstro, um monstro chamado 'homem', que age pela maldade que há em seu coração.

Muito triste isso.

Natal 2008 diferente

É. Parece cedo, mas já tem muita gente pensando em Natal. Passei pelo centro de BH hoje e me deparei com várias lojas já vendendo enfeites natalinos.
Quando penso em Natal, sempre me recordo da época em que eu era criança, dos Natáis cheios de presentes, da ceia na casa da avó, da confraternização da família, daquele clima gostoso e festivo. Nessa época, eu nem entendia direito o que o Natal significa e nem me preocupava muito com isso. Pra mim, o melhor de tudo era ganhar meus presentinhos e aproveitar aquele clima gostoso da noite do dia 24 para o dia 25, brincando com meus novos brinquedos, com os das minhas irmãs, do meu irmão, dos meus primos, lá na casa da vó. Isso pra mim era o paraíso, principalmente se eu ganhasse uma Barbie. Nossa, eu até morria por uma Barbie, era totalmente alucinada por essa boneca (confesso que até hoje sou fã dela. Tenho várias!... Não riam de mim!!!). E a noite seguia assim, brincando, comendo do bom e do melhor (minhas tias e minha avó são/eram exímias cozinheiras), e me divertindo muito, atéééé cansar e ir dormir.
Em casa, mais festa. Era hora de abrir os presentes que o “Papai Noel” havia deixado. Meu Deus, como era bom! Minha mãe sempre dava um jeitinho de dar algo que a gente queria muito. Ela foi um Papai Noel e tanto!...

Bom, minha intenção, com este post, não é relembrar os velhos tempos (embora seja muito bom!...), mas sim olhar o Natal de um ângulo diferente. Recebi um e-mail dizendo que o Natal 2008 pode ser muito diferente daqueles que estamos acostumados a passar. Geralmente, pensamos em presentear nossa família, amigos, namorado(a), colegas de trabalho, chefe e até nosso cachorro, mas raramente nos lembramos daqueles que não têm nem o que ceiar na noite de Natal. É verdade. Mas não temos, muitas vezes, condições de sair distribuindo presentes ou comida para os que necessitam. Mas no e-mail que recebi, a sugestão é que passemos em uma agência dos Correios, onde milhões de crianças pobres deixam suas cartinhas para o Papai Noel, peguemos uma carta (ao menos uma) e tentemos fazer um Natal mais feliz para uma criança. Há a informação de que tem pedidos inacreditáveis. Tem criança pedindo um panetone, uma blusa de frio para a avó... Achei essa idéia fantástica! É só pegar a carta e entregar o presente até o dia 20 de dezembro em alguma agência dos Correios. Os próprios Correios se encarregam de fazer a entrega.

É apenas uma idéia, mas creio que pode trazer alegria pra muita gente e ainda nos fazer um bem enorme.

“Na vida, a gente passa por 3 fases: - a primeira, quando acreditamos no Papai Noel; - a segunda, quando deixamos de acreditar e - a terceira, quando nos tornamos Papai Noel!!!”



E você, o que acha da idéia?

Mudanças...

Bom, chega de mesmice. Mudei um pouquinho a aparência do blog. Não ficou 100%, pois não sei nada de HTML, mas já deu uma diferença... Aos poucos vou modificando, até ficar bem a minha cara.



Aproveitando o ensejo, quero agradecer à Camila, do Meu Conto de Fadas Particular, que me presenteou com um lindo selo:

Brigadinha, Camila! Fiquei muito feliz com a surpresa!


Bom, e finalizando, gostaria de agradecer a todos que têm comentado sobre minhas postagens. Eu considero os comentários um grande incentivo para a vida de qualquer blog. Obrigada mesmo!


E tenho uma ótima notícia:
Hoje é sexta-feira!!!
Bom fim de semana a todos!

Apelo em favor da vida


Recebi um e-mail essa semana que me fez ficar muito pensativa. Aborto é crime, como todos já sabem, e um crime dos mais covardes, já que a vida que é tirada nem sequer sabe o que está acontecendo e não tem como se defender. O e-mail que recebi fala do crime que é o aborto sob outro prisma, e queria compartilhar com vocês. Trata-se de um assunto tão sério que o mínimo que eu posso fazer é divulgar.


- Doutor, o senhor terá de me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.

E então o médico perguntou: - Muito bem. E o quê a senhora quer que eu faça?

A mulher, já esperançosa, respondeu: - Desejo interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor.

O médico então pensou um pouco e depois do seu silêncio disse a mulher: - Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido.

E então ele completou: - Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco.

A mulher apavorou-se e disse: - Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!

O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar a criança já nascida e matar uma criança ainda por nascer, mas viva no seio materno.


O CRIME É EXATAMENTE O MESMO...


MOVIMENTO NACIONAL EM DEFESA DA VIDA - BRASIL SEM ABORTO



Então, o que acharam?
Divulguem também, se puderem! Com certeza essa atitude poderá salvar uma vida inocente.

Viva as diferenças!

Que os opostos se atraem, todo mundo já ouviu falar. Mas até que ponto isso é verdade? Bom, vamos por partes.
Na minha opinião, pessoas "iguais" demais correm o risco de caírem na monotonia. Se pensam igual ao outro, agem igual, gostam das mesmas coisas, têm os mesmos costumes, frequentam os mesmos lugares, talvez vá pra frente. Mas correm o grande e quase inevitável risco de perderem o encanto rapidinho. Cadê o mistério e a valiosa experiência de se descobrir o outro? Cadê as trocas? Onde está a supresa de se conhecer o outro a cada dia? Onde estão as inovações? Tudo bem que ter alguém que tenha os mesmos gostos que você é super legal, mas isso pede um esforço muito maior na criatividade pra não cair na rotina.

Da mesma forma que essa "igualdade" exagerada não é legal, os extremamente opostos também devem enfrentar muitas dificuldades pra que tudo corra direitinho. É preciso respeitar o outro, suas opiniões, seus gostos, a forma de pensar, de agir. É preciso saber ceder, quando necessário. E é preciso muita compreensão. E paciência. Como hoje em dia as pessoas não são nem tão compreensivas e nem tão pacientes, concluo que grandes e extremas diferenças podem contribuir pra um relacionamento não durar muito.

Mas aqueles que não são nem tão iguais e nem tão diferentes, esses sim têm grandes chances de ter um relacionamento super duradouro e feliz. É preciso harmonia, afinidade, sintonia, respeito, compreensão, além do amor, é claro... Aí tem de tudo pra dar certo!

Hoje completo mais um mês de namoro (que já dura 2 anos e cinco meses!...), e vejo que algumas tantas diferenças e as outras muitas afinidades são o segredo pra tudo estar indo assim, de vento em popa!

Parabéns pra nós!

E viva as diferenças!!!


Harmonia

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Casamento não é um mar de rosas. Não sou casada, mas tenho experiências bem próximas de mim que reforçam o que eu digo. Bom, dificuldades sempre existem, mas temos que saber administrá-las, principalmente em início de casamento. Se não houver isso já no início, depois a coisa fica meio descontrolada.
Pois é. Hoje estive pela primeira na casa de uma amiga que se casou há um mês, mais ou menos. O marido dela estava trabalhando. Conversa vai, conversa vem, e ela acabou soltando que eles estavam brigados. Pensei comigo: "Já???". É que ela falou uma determinada coisa com a irmã dele, que falou pra mãe dele de uma forma totalmente distorcida (não sei se foi com má intenção ou se a sogra entendeu errado). Ou seja, ela falou uma coisa errada, na hora errada, com a pessoa errada e que envolveu a família dele e ele ficou sabendo, pela boca da mãe dele e pior, de forma totalmente distorcida. Ele simplesmente não fala com ela desde ontem à tarde por causa disso. Ela tentou conversar, tentando entender o porquê desse "gelo" da parte dele, mas em vão. Ele nem fala com ela. Ela teve que deduzir o que era e sondar na família dele o que tinha acontecido, daí ficou sabendo da informação distorcida. Coitada, tá arrasada. E ele não quer nem papo. Difícil, hein? Mal começaram e já estão assim?
Quando se pensa em casamento (exceto alguns descrentes), se pensa em harmonia, companheirismo, compreensão, cumplicidade. Agora vejo com meus próprios olhos que a coisa não é bem assim. Não que eu desacredite no casamento, mas acho que não existe nada pronto. Temos que construir um alicerce muito forte pra aguentar as intempéries do dia-a-dia, fortalecendo a relação cada vez mais. A partir do momento em que uma pessoa se casa, é preciso ter em mente que agora ela tem uma vida com uma pessoa ao seu lado, então tudo deve ser pensado pra dois, feito pra dois e que seja bom pros dois. Devemos nos calar na hora certa, como também saber ouvir. É difícil, mas faz parte da opção que a pessoa fez ao se casar. E é bom que seja assim. O casamento pode ser uma coisa maravilhosa na vida de uma pessoa, mas também pode ser um desastre. Maus entendidos podem acontecer sempre, mas é preciso maturidade pra saber lidar com isso e dar a volta por cima, pra preservar o casamento. E quando o assunto é amor, vale a pena se dedicar o máximo pela pessoa que se ama, para a preservação e crescimento desse sentimento tão especial e indipensável nas nossas vidas.


"O SEGREDO DA HARMONIA"

Ao completar cinquenta anos de matrimônio, o casal foi entrevistado por um repórter que desejava saber o segredo de uma união tão duradoura.
O primeiro a responder foi o marido:
- Você conhece o pão baguete? Eu adoro o bico desse pão, mas, desde que me casei, eu o corto e dou para minha mulher.
O repórter voltou-se então para a mulher e perguntou-lhe:
- E para a senhora, qual foi o segredo?
E ela, olhando para o marido, respondeu:
- Eu detesto bico de pão e, há cinquenta anos, eu estou comendo sem reclamar.


(FAZER CONCESSÕES, SEMEAR A CONCÓRDIA E CULTIVAR O RESPEITO. ESSES SÃO OS SEGREDOS DA CONVIVÊNCIA HARMONIOSA)